Receita de crocante de amarula

A receita de crocante de amarula rende aproximadamente 30 unidades.

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Ingredientes

• 500 g de chocolate branco derretido
• 1/4 xícara (chá) de creme de leite
• 1/2 xícara (chá) de licor de amarula cobertura
• 1 xícara (chá) de açúcar refinado
• 1 xícara (chá) de nozes trituradas
• 1 colher (sopa) de leite em pó

Modo de fazer

Coloque o chocolate em um refratário e misture. Leve ao banho-maria ou ao micro-ondas, em potência média, por 2 minutos, mexendo na metade do tempo para que derreta por igual. Junte o creme de leite e o licor, misture tudo até obter uma mistura homogênea. Cubra com filme plástico e leve à geladeira por cerca de 3 horas ou até atingir consistência para enrolar. Retire a massa da geladeira, faça bolinhas e coloque-as sobre uma superfície forrada com papel-alumínio. Leve para gelar por 1 hora. Para a cobertura, aqueça o açúcar em fogo baixo até que esteja totalmente dissolvido e com uma coloração de caramelo claro. Desligue o fogo, junte as nozes e misture bem. Coloque em uma placa forrada com papel alumínio untado com manteiga. Depois que estiver frio, coloque pedaços dessa placa de crocante em dois sacos plásticos, junte o leite em pó e quebre com o auxílio de um rolo. Passe os docinhos no crocante e coloque em forminhas de papel.

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Quais os sintomas da fibrilação atrial?

silvia-conteudo

A fibrilação atrial pode não provocar sintoma algum ou levar a diversos sintomas. Os sintomas mais comuns são palpitação, fadiga, cansaço aos esforços, falta de ar, desmaios, tonteira, dor no peito.
O surgimento da fibrilação atrial pode piorar algumas doenças já existentes como a doença coronariana (aumentando os episódios de angina) ou a insuficiência cardíaca – “coração crescido” (aumentando a falta de ar e o inchaço).


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Apesar da fama de mau, glúten não é vilão e evitá-lo não ajuda a emagrecer

Elioenai Paes

Perde de peso se deve à dieta restritiva; apenas celíacos, alérgicos e hipersensíveis devem cortar glúten da dieta

De tempos em tempos um alimento é demonizado. Já aconteceu com o ovo, com a manteiga e agora é a vez do glúten. Cada vez mais famosas emagrecem e atribuem a perda de peso ao não consumo dessa proteína presente no trigo, na cevada, no centeio e na aveia. Se uma celebridade fala, vira febre e as dietas da moda começam a apregoar distância desse vilão malvado que arruinaria qualquer tentativa de perda de peso ou de manutenção da beleza. Felizmente, tudo isso é mentira. 

O nutrólogo Roberto Navarro explica que em pessoas sem intolerância à proteína, o glúten não faz mal algum. Logo, o sacrifício de não comer pão de trigo, cevada, centeio e aveia achando que a atitude refletirá em algum benefício à saúde é perda de tempo. O emagrecimento, diz ele, é apenas uma coincidência calórica. “É claro que se alguém retirar pão, biscoito, pizza e macarrão da dieta, vai perder peso. Mas não é por causa do glúten, é pela dieta restritiva. Se retirar a lactose também, que é outro modismo, não vai tomar sorvete nem leite e vai emagrecer muito, mas é apenas coincidência”.

Retirar o glúten, em vez de fazer bem, pode ser prejudicial no caso da farinha de trigo. Por medida de saúde pública, ela é enriquecida de ácido fólico, substância responsável por ajudar a diminuir a anemia da população, bem como ajudar no aporte vitamínico para diminuir os casos de bebês com má-formação gestacional.

Somente devem abandonar o glúten os celíacos, os alérgicos ao trigo e os hipersensíveis. 

Doença celíaca

No mundo todo, 2% da população é celíaca. O gastroenterologista do Hospital Israelita Albert Einstein, Flávio Steinwurz, explica que, para esse grupo, o glúten causa uma reação imunológica no corpo, inflamando o intestino e impedindo a absorção de nutrientes. Qualquer mínima partícula de glúten causa desconfortos, diarreias, gases em excesso, náuseas e até mesmo anemia, resultando em fraqueza, queda de cabelo e unhas fracas.

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Conheça os mitos em torno da doença celíaca

Mesmo se a pessoa estiver disposta a conviver com todas as reações, comer glúten se torna muito perigoso, pois a reação causa uma atrofia no intestino delgado, como consequência das inflamações sucessivas, que pode mesmo levar à morte. Quem suspeita sofrer desse problema pode fazer um exame de sangue e diagnosticar, quanto mais precocemente melhor. Uma vez o glúten retirado da dieta, a vida segue normalmente.

Veja substituições para quem é celíaco:

O trigo do pão contém glúten. Portanto, é melhor substituí-lo...

O trigo do pão contém glúten. Portanto, é melhor substituí-lo…

Foto: Getty Images

...por tapioca...

…por tapioca…

Foto: Reprodução

..ou pão de queijo

..ou pão de queijo

Foto: ALISSON GONTIJO

O biscoito de polvilho também está liberado para os celíacos. Assim como a tapioca e o pão de queijo, ele é feito a partir da mandioca

O biscoito de polvilho também está liberado para os celíacos. Assim como a tapioca e o pão de queijo, ele é feito a partir da mandioca

Foto: Divulgação

O malte contido em alguns achocolatados também não é digerido pelos celíacos

O malte contido em alguns achocolatados também não é digerido pelos celíacos

Foto: André Ctenas

O indicado é consumir achocolatados comuns

O indicado é consumir achocolatados comuns

Foto: Getty Images

Cereais matinais são compostos por aveia e muitas vezes apresentam trigos na composição...

Cereais matinais são compostos por aveia e muitas vezes apresentam trigos na composição…

Foto: Thinkstock/Getty Images

...o celíaco deve substituí-lo por flocos de milho

…o celíaco deve substituí-lo por flocos de milho

Foto: Thinkstock Photos

Cerveja contém trigo e cevada, substancias ricas em glúten...

Cerveja contém trigo e cevada, substancias ricas em glúten…

Foto: Getty Images

...celíacos podem beber vinho, com moderação

…celíacos podem beber vinho, com moderação

Foto: Divulgação

O macarrão é feito com trigo e não deve ser consumido por pessoas que não digerem glúten

O macarrão é feito com trigo e não deve ser consumido por pessoas que não digerem glúten

Foto: Getty Images

Porém, no mercado há opções de macarrão de quinua

Porém, no mercado há opções de macarrão de quinua

Foto: Elioenai Paes

...e de milho

…e de milho

Foto: Elioenai Paes

O feijão com arroz está liberado

O feijão com arroz está liberado

Foto: Getty Images

Os celíacos também podem comer todo o tipo de fruta

Os celíacos também podem comer todo o tipo de fruta

Foto: Reprodução

É bom prestar atenção nos molhos. Muitas vezes eles são feitos com trigo

É bom prestar atenção nos molhos. Muitas vezes eles são feitos com trigo

Foto: Divulgação

O mingau, se for feito com maisena, pode ser consumido sem problemas

O mingau, se for feito com maisena, pode ser consumido sem problemas

Foto: Dante Barros/Divulgação

Alérgicos ao trigo

Existem também os alérgicos ao trigo, que, para se sentir bem, precisam excluir da dieta todo o derivado do alimento. Essa turma corresponde a 5% da população mundial. Mas atenção: o problema dos alérgicos é somente com o trigo, não com o glúten, que também está presente na cevada, no centeio e na aveia. O nutrólogo Roberto Navarro explica que essa alergia é fácil de ser identificada e costuma acometer mais a pele, com coceiras e urticárias. “Também pode acontecer diarreias, cólicas, falta de ar, queda de pressão, mas não inflama o intestino como na doença celíaca”, detalha.

A princípio, somente o primeiro grupo de pessoas deveria fugir do glúten e o segundo, manter-se afastado do trigo. Mas a ciência descobriu que há um terceiro grupo que relata alguns desconfortos quando ingere o glúten.

Hipersensíveis ao glúten

Quando ingerem alimentos com glúten, essas pessoas reclamam de dores de cabeça, dores musculares, intestino preso ou muito solto, coceiras na pele, cansaço e fadiga. Se sofrer de artrite reumatóide, pode acontecer uma piora dos sintomas. Segundo dados de um estudo britânico com sete mil pessoas, 10% delas foram consideradas hipersensíveis. Segundo Navarro, foi a partir disso que surgiu toda a polêmica de que o glúten é um “veneno”.

O nutrólogo dá a dica para descobrir essa hipersensibilidade. Para quem relata esses desconfortos, basta retirar todo o glúten da dieta durante quatro semanas e avaliar como se sente. Se não mudar nada, o glúten não tem nada a ver com isso. Se, porém, a pessoa se sentir bem, ele recomenda inserir novamente o glúten na alimentação para ver se o quadro piora. Por fim, se isso acontecer, para o próprio bem-estar, é bom que a pessoa se mantenha longe do glúten.

Saúde: bem-estar, dicas de alimentação, dieta e exercícios – iG

Comer castanha todos os dias reduz doenças cardíacas em 30%

Foto: Getty Images
Uma pesquisa realizada por cientistas americanos e chineses concluiu que comer uma porção de castanhas – amendoim, castanha de caju, nozes – por dia reduz em 30% os riscos de doenças cardíacas. As informações são do site inglês Daily Mail….
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